ALGODÃO ORGÂNICO

Um outro algodão é possível

O sertão nordestino é marcado por grandes disparidades de riqueza, um solo frágil e muito pouca chuva.
Muito longe da monocultura intensiva das propriedades agrícolas convencionais, o algodão e os alimentos são plantados no mesmo campo, sem agrotóxicos, adubos químicos ou transgênicos, de acordo com os princípios sustentáveis da agroecologia.
O desenvolvimento agrícola está associado à proteção do meio ambiente em pequenas propriedades rurais – em média de um hectare. O algodão é integrado às culturas do milho, do gergelim e do feijão, que são os alimentos básicos dos agricultores.
O algodão é comprado de acordo com os princípios do comércio justo. A VERT trabalha com cerca de 700 famílias que vivem da agricultura orgânica no semiárido nordestino.
Posteriormente ele é fiado para ser colocado em bobinas e transformado no tecido dos tênis e acessórios VERT.

PREÇO JUSTO

Trabalhar a relação humana

Lidar diretamente com as associações de produtores permite estabelecer um relacionamento mais humano, reduzir os intermediários e, assim, aumentar a remuneração dos produtores.
Para 2013 o valor pago pela pluma de algodão foi acordado em R$ 7,39/kg, ou seja, um preço 65% superior ao preço de mercado – índice NYBOT .
Um prêmio coletivo pago anualmente também apoia o desenvolvimento de projetos na comunidade.
Além disso, a VERT compromete-se por meio de contratos de compra de longo prazo, e com preço garantido para a safra.
Este sistema opõe-se a atual volatilidade das matérias primas no mundo (algodão, leite, cereais etc.) que acaba prejudicando sempre os pequenos produtores.

PARCEIROS

Colaborando no Semiárido

Para ter o melhor impacto social e ambiental possível, a VERT sempre busca trabalhar junto com as organizações que atuam no Semiárido e apoiam as associações de produtores de algodão:

  • ESPLAR
    Com sede em Fortaleza, no estado do Ceará, a ONG presta seu apoio técnico aos pequenos produtores de algodão. Ela os apoia no processo de abordagem agroecológica no campo, e no fortalecimento das organizações. Os engenheiros da ESPLAR introduzem técnicas agricolas cada vez mais sustentáveis, como a utilização do Neem para proteger os cultivos, ou a policultura, proporcionando independência alimentar e preservação das terras.

  • PDHC
    Baseado no Recife, o Projeto Dom Helder Câmara é um programa de ação descentralizada do Ministério do Desenvolvimento Agrário no Nordeste. Com foco no combate da pobreza e no desenvolvimento rural, o PDHC apoia através da sua assistência técnica, atividades orientadas no conceito de convivência das comunidades locais com o Semiárido.

  • Embrapa Algodão
    Com sede em Campina Grande – PB, o Centro Nacional de Pesquisa de Algodão (CNPA), também conhecido como Embrapa Algodão, é uma das unidades descentralizadas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Ela atua na geração de tecnologias, produtos e serviços relacionados a produção de algodão e vários outros produtos, assim desenvolvendo alimentos e tecnologias adaptados ao cultivo no Semiárido, de baixo impacto ambiental e na perspectiva de fortalecer a agricultura.
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